7. Vitor Agostinho

“Jarra Casa-Mãe (protótipo)”
Zelu

Vitor Agostinho é um designer com uma experiência relevante de vários anos na indústria cerâmica, mais recentemente reorienta o seu trabalho para um desenvolvimento mais personalizado e de auto-produção, como resultado da sua investigação em cerâmica no âmbito do seu projecto de mestrado. O conhecimento destas duas dimensões, produção em massa
e auto-produção, permitiu-lhe a oportunidade singular de desenvolver novos métodos de conformação cerâmica. 
Criando novos processos de conformação de objectos que permitam
a variação formal partindo de um mesmo molde, o qual denominou de Moldes Mutantes. 
Promovendo nos moldes uma abordagem experimental, o objectivo é desenvolver produtos
que possuam uma história e uma forma única que incorporem e revelem em si todas as decisões tomadas durante o processo de fabrico.
O projecto escolhido para a exposição recaiu num molde desenvolvido para o hotel algarvio Casa Mãe, tratando-se de um molde um arquétipo de jarra que pode ser reconfigurado múltiplas vezes, pois tem uma ligação elástica entre todas as partes. Desta forma, qualquer movimento de um elemento terá como consequência a alteração da posição de todos os restantes elementos.
Fruto do trabalho desenvolvido pós mestrado Vítor tem vindo a ser convidado a participar em diversas exposições internacionais nomeadamente; “European Ceramic Context” – Bornholm / Denmark, “Leve, Design Português no Brasil” – São Paulo e “New Practices in Design” – XXI Triennale International Exhibition Milan 2016.